NATAÇÃO - AULA 4: Nado peito
O nado peito é simultâneo e pode ser classificado em nado de sobrevivência e competitivo, apresentando diferenças significativas quanto aos movimentos, resistências e objetivos.
a) Sobrevivência: foi um dos primeiros nados a ser realizado com o objetivo da arte da guerra - nado silencioso e próprio para o transporte de armas e mantimentos - com a vantagem da cabeça permanecer fora da água, evitando contaminações.
O fato de a cabeça ficar fora da água, aumenta consideravelmente a resistência frontal, não sendo utilizado esta prática no nado competitivo.
b) Competitivo: apresenta características mais refinadas onde o nadador deverá diminuir a resistência frontal, posicionando seu corpo o mais horizontal possível. Outro fator diferencial é a pernada, que no nado de sobrevivência é semelhante a uma "tesourada", onde um dos pés empurra a água com a sola e o outro com o peito, enquanto que no nado competitivo, empurra-se a água com a sola dos pés, através de um movimento circular dos calcanhares - Princípio de Bernoulli - tentando manter os joelhos para o fundo da piscina.
O Brasil sempre apresentou bons nadadores no nado peito, de Maria Lenk - Anos 40 - até Felipe França - campeão mundial 50m em piscinas de 25m em Dubai 2010. em 1968, o nadador Jose Silvio Fiolo, superou o recorde mundial da prova de 100m em piscinas de 25m, tornando-se o 1º nadador mundial a superar a marca dos 1'07".
Fiolo que na época era treinado pelo Profº Roberto Pavel - Professor de Pós Graduação da FMU - após o recorde mundial foi convidado por vários países para explicar a técnica de Fiolo que revolucionou a técnica da braçada, tornando-a mais propulsiva, até então a braçada representava 10% da propulsão, passando para 30%.
Em 1976, dois nadadores, durante a Olimpíada de Montreal - Canadá - alteraram significativamente a técnica do nado peito. O inglês David Wilkie diminuiu o deslize após a propulsão das pernas, tornando o nado mais contínuo e a americana Tracy Caulkins que introduziu movimentos "ondulados" com o objetivos de diminuir a resistência frontal.
Propulsão das pernas:
A pernada é iniciada na horizontal e estendida. Logo após haverá uma flexão dos joelhos (apontados para o fundo da piscina) e os pés apontados para fora. Haverá neste instante um movimento circular propulsivo das peras até a sua extensão completa (fase ativa).
A recuperação das pernas deverá ser a mais relaxada possível para o nadador. Pedagogicamente, podemos orientar estes movimentos com as seguintes estratégias:
a) solicitar ao nadador a caminhar imitando um pinguim ou Charles Chaplin
b) Em sendo os pés um relógio, posicioná-los no horário 1:50
Propulsão dos braços:
A braçada é iniciada na horizontal e extendida. Log após haverá um pequeno afastamento lateral dos braços acompanhado pelo movimento circular das mãos para baixo e para trás (fase propulsiva). O retorno dos braços a frente deverá ser o mais relaxado possível.
OBS: Durante a fase propulsiva da braçada os cotovelos deverão estar mais altos que as mãos.
Coordenação das pernas, braços e respiração:
Para cada ciclo de braçada, o nadador deverá executar uma pernada. A elevação da cabeça (respiração) deverá ser na fase propulsiva da braçada e na recuperação, o retorno da cabeça a água.
Pedagogicamente, podemos orientar estes movimentos com a seguinte frase: " BRAÇO, RESPIRAÇÃO E PERNAAAAAAAAAAA..."
a) Sobrevivência: foi um dos primeiros nados a ser realizado com o objetivo da arte da guerra - nado silencioso e próprio para o transporte de armas e mantimentos - com a vantagem da cabeça permanecer fora da água, evitando contaminações.
O fato de a cabeça ficar fora da água, aumenta consideravelmente a resistência frontal, não sendo utilizado esta prática no nado competitivo.
b) Competitivo: apresenta características mais refinadas onde o nadador deverá diminuir a resistência frontal, posicionando seu corpo o mais horizontal possível. Outro fator diferencial é a pernada, que no nado de sobrevivência é semelhante a uma "tesourada", onde um dos pés empurra a água com a sola e o outro com o peito, enquanto que no nado competitivo, empurra-se a água com a sola dos pés, através de um movimento circular dos calcanhares - Princípio de Bernoulli - tentando manter os joelhos para o fundo da piscina.
O Brasil sempre apresentou bons nadadores no nado peito, de Maria Lenk - Anos 40 - até Felipe França - campeão mundial 50m em piscinas de 25m em Dubai 2010. em 1968, o nadador Jose Silvio Fiolo, superou o recorde mundial da prova de 100m em piscinas de 25m, tornando-se o 1º nadador mundial a superar a marca dos 1'07".
Fiolo que na época era treinado pelo Profº Roberto Pavel - Professor de Pós Graduação da FMU - após o recorde mundial foi convidado por vários países para explicar a técnica de Fiolo que revolucionou a técnica da braçada, tornando-a mais propulsiva, até então a braçada representava 10% da propulsão, passando para 30%.
Em 1976, dois nadadores, durante a Olimpíada de Montreal - Canadá - alteraram significativamente a técnica do nado peito. O inglês David Wilkie diminuiu o deslize após a propulsão das pernas, tornando o nado mais contínuo e a americana Tracy Caulkins que introduziu movimentos "ondulados" com o objetivos de diminuir a resistência frontal.
Propulsão das pernas:
A pernada é iniciada na horizontal e estendida. Logo após haverá uma flexão dos joelhos (apontados para o fundo da piscina) e os pés apontados para fora. Haverá neste instante um movimento circular propulsivo das peras até a sua extensão completa (fase ativa).
A recuperação das pernas deverá ser a mais relaxada possível para o nadador. Pedagogicamente, podemos orientar estes movimentos com as seguintes estratégias:
a) solicitar ao nadador a caminhar imitando um pinguim ou Charles Chaplin
b) Em sendo os pés um relógio, posicioná-los no horário 1:50
Propulsão dos braços:
A braçada é iniciada na horizontal e extendida. Log após haverá um pequeno afastamento lateral dos braços acompanhado pelo movimento circular das mãos para baixo e para trás (fase propulsiva). O retorno dos braços a frente deverá ser o mais relaxado possível.
OBS: Durante a fase propulsiva da braçada os cotovelos deverão estar mais altos que as mãos.
Coordenação das pernas, braços e respiração:
Para cada ciclo de braçada, o nadador deverá executar uma pernada. A elevação da cabeça (respiração) deverá ser na fase propulsiva da braçada e na recuperação, o retorno da cabeça a água.
Pedagogicamente, podemos orientar estes movimentos com a seguinte frase: " BRAÇO, RESPIRAÇÃO E PERNAAAAAAAAAAA..."

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